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    Início » Empresário Fernando Cavalcanti permanece em silêncio em depoimento à CPMI do INSS
    Política

    Empresário Fernando Cavalcanti permanece em silêncio em depoimento à CPMI do INSS

    Fernando dos Santos Cavalcanti foi alvo da Operação Sem Desconto
    REDAÇÃOREDAÇÃO7 de outubro de 202502 minutos de leitura4

    Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta segunda-feira (6), o empresário Fernando dos Santos Andrade Cavalcanti comunicou que permanecerá em silêncio durante o restante de seu depoimento. Antes, respondeu às perguntas iniciais do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).

    Cavalcanti é investigado na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), que apura esquema de descontos fraudulentos em aposentadorias e pensões do INSS. Ele foi beneficiado por habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, garantindo o direito de não responder perguntas que possam incriminá-lo.

    O empresário negou participação em irregularidades e afirmou não ser “laranja” ou beneficiário do esquema, declarando desconhecer atos ilícitos dos investigados Nelson Willians e Maurício Camisotti. Também declarou que seus rendimentos e patrimônio estão declarados no imposto de renda e justificou a aquisição dos bens como legal.

    Durante a operação, foram apreendidos mais de 20 veículos de luxo, incluindo uma Ferrari avaliada em cerca de R$ 4,5 milhões, réplicas de carros de Fórmula 1, motos, relógios e vinhos avaliados em mais de R$ 7 milhões. Cavalcanti disse que muitos veículos estavam em financiamento e que os bens pertencem à sua empresa.

    O relator da CPMI questionou a evolução patrimonial de Cavalcanti, observando movimentações financeiras milionárias com Nelson Willians e Camisotti. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), declarou que há indícios de que Cavalcanti integra uma organização criminosa envolvendo políticos, servidores públicos e outras autoridades, configurando “uma máfia que tomou de assalto a receita e corrompeu servidores”.

    A investigação aponta que associações de aposentados, como a AMBEC (Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos), controlada por supostos “laranjas” ligados a Camisotti, receberam contribuições milionárias entre 2021 e 2023, passando de R$ 135 para R$ 91 milhões.

    REDAÇÃO

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