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    Início » Federação Única dos Petroleiros critica reajuste do diesel anunciado pela Petrobras
    Economia

    Federação Única dos Petroleiros critica reajuste do diesel anunciado pela Petrobras

    Com o aumento, o valor médio do diesel A passará a R$ 3,65 por litro, enquanto a participação da estatal no preço final do diesel B será, em média, de R$ 3,10
    Lorena MarianaLorena Mariana15 de março de 202602 minutos de leitura14

    A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou que o reajuste do diesel anunciado pela Petrobras nesta sexta-feira (13) evidencia “graves limitações” na estrutura do mercado de abastecimento de combustíveis no Brasil.

    Segundo a entidade, medidas adotadas nos últimos anos, como a venda de refinarias e a privatização da BR Distribuidora em 2019, contribuíram para reduzir a capacidade de controle do setor. A federação defende que a Petrobras amplie o parque nacional de refino e fortaleça sua presença em toda a cadeia do petróleo, incluindo distribuição e comercialização.

    De acordo com a FUP, uma Petrobras integrada poderia aumentar a segurança no abastecimento e reduzir a vulnerabilidade do país às oscilações do mercado internacional, além de contribuir para maior estabilidade na formação dos preços dos combustíveis.

    A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras será reajustado em R$ 0,38 por litro a partir deste sábado (14). Com o aumento, o valor médio do diesel A passará a R$ 3,65 por litro, enquanto a participação da estatal no preço final do diesel B será, em média, de R$ 3,10.

    O diesel A é comercializado nas refinarias antes da mistura com biocombustíveis. Já o diesel B é o combustível vendido nos postos ao consumidor final após a mistura obrigatória realizada pelas distribuidoras.

    Segundo a companhia, o reajuste ocorre em meio à alta do petróleo no mercado internacional, impulsionada pelas tensões no Oriente Médio. O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã também levanta preocupações sobre possíveis impactos no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás.

    Com a pressão sobre a oferta global, o barril do petróleo do tipo Brent, referência internacional, voltou a se aproximar de US$ 100, após ter sido negociado próximo de US$ 70 há cerca de duas semanas.

    Lorena Mariana

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