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    Início » BNDES injeta R$ 366 bilhões na economia em 2025 e registra resultado recorde
    Economia

    BNDES injeta R$ 366 bilhões na economia em 2025 e registra resultado recorde

    O BNDES informou que injetou R$ 366 bilhões na economia brasileira em 2025, o equivalente a cerca de R$ 1 bilhão por dia
    Lorena MarianaLorena Mariana17 de março de 202602 minutos de leitura14

    O BNDES informou que injetou R$ 366 bilhões na economia brasileira em 2025, o equivalente a cerca de R$ 1 bilhão por dia. O volume representa crescimento de 32% em relação a 2024 e avanço de 140% na comparação com 2022.

    O balanço aponta lucro líquido de R$ 26,8 bilhões, alta de 1,7%, enquanto o lucro recorrente atingiu R$ 15,2 bilhões, crescimento de 15,4% e maior valor da história da instituição.

    Do total movimentado, R$ 237,9 bilhões correspondem à aprovação de crédito e R$ 128,2 bilhões a garantias, principalmente para micro, pequenas e médias empresas. As consultas por financiamento somaram R$ 389,2 bilhões, indicando maior demanda por crédito.

    Os desembolsos chegaram a R$ 169,7 bilhões, alta de 27%, com liberações feitas de forma parcelada ao longo do tempo. O volume total de crédito aprovado e liberado equivale a 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

    Setores mais beneficiados

    • infraestrutura: R$ 71,4 bilhões
    • indústria: R$ 71 bilhões
    • agropecuária: R$ 54,3 bilhões
    • comércio e serviços: R$ 41,2 bilhões

    A indústria foi o setor com maior crescimento, com expansão de 35% nas aprovações.

    O apoio às micro, pequenas e médias empresas atingiu R$ 224 bilhões, aumento de 43% em um ano. Desse total, 57% correspondem a garantias para facilitar o acesso ao crédito.

    A carteira de participações do banco soma R$ 86,4 bilhões, com investimentos em empresas como Petrobras, JBS e Copel.

    O índice de inadimplência ficou em 0,06%, bem abaixo da média do sistema financeiro nacional.

    Segundo o presidente do banco, Aloizio Mercadante, o desempenho contribui para investimentos, inovação e aumento da produtividade, além de auxiliar no equilíbrio das contas públicas por meio do repasse de lucros ao Tesouro Nacional.

    Lorena Mariana

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